Turismo de negócios movimenta a economia do setor

O segmento de turismo de negócios tem gerado cada vez mais visibilidade para a economia turística. O Brasil lidera o ranking de países que mais sediaram eventos internacionais na América Latina e ocupa a sétima colocação entre os demais países do mundo, de acordo com a Associação Internacional de Congressos e Convenções.

Os turistas de negócios representam uma parcela significativa (25,6%) dos estrangeiros que vistam o país. Seu gasto médio diário, de US$ 127, é quase duas vezes maior que o de turistas de lazer.

O resultado dessa movimentação é que em 2012 o faturamento do turismo no país cresceu 23,3% em comparação ao ano anterior, de acordo com a 9ª Pesquisa Anual de Conjuntura Econômica do Turismo, realizada pela Fundação Getúlio Vargas. “Temos condições para fazer do turismo de negócios e eventos um segmento cada vez mais importante para a nossa economia. Para isso, estamos investindo na melhoria da infraestrutura desses locais”, afirma o ministro do Turismo, Gastão Vieira.

O Ministério do Turismo já investiu R$ 1,2 bilhão na construção e reforma de centros de eventos, beneficiando 900 cidades brasileiras. Atualmente onze centros de convenções finalizam suas obras de reforma ou construção com um aporte de R$ 461 milhões.

Apenas Manaus recebeu R$ 40 milhões para as obras do Centro de Convenções do Amazona. Além do Rio de Janeiro e São Paulo, outras cidades se consolidam como polo de turismo de negócios, entre elas Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre, Foz do Iguaçu, Brasília e Fortaleza.

Série institucional

O Ministério do Turismo produziu uma série de oito curtas sobre as principais ações da pasta. A campanha “Turismo em Cena” destaca os programas de formação e qualificação profissional, investimentos em cidades históricas e turismo de negócios, além de avanços em competitividade, infraestrutura turística e reforço aos parques nacionais.

As ações do MTur vão ao encontro das metas previstas no Plano Nacional de Turismo 2013-2016, que prevê o crescimento do turismo interno e a chegada de estrangeiros, além de um acréscimo nos postos de trabalho no setor, impulsionando a competitividade do turismo brasileiro.

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